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Entre as empresas de callcenter, a área de RH responde por 70% do negócio. Considerando o batalhão de pessoas dedicadas à linha de frente destas empresas – mais de 283 mil entre executivos, gerentes, supervisores e operadores, de acordo com levantamento do Ranking do portal Callcenter.inf.br –, dá para se dimensionar a interferência direta nos resultados da empresa e da empresa de seus clientes. Abrindo o leque para gestão de relacionamento com clientes, ela é representada por um batalhão de 750 mil pessoas, de acordo com projeções do mercado. Diga-se da Associação Brasileira de Telesserviços, a ABT.
Por estes números, é possível dimensionar a interferência direta – seja positiva ou não – na mais ampla exposição que qualquer empresa tenha no mercado. Seja através da venda de produtos, de serviços, da própria marca mas sobretudo do objetivo empresarial, a geração de lucro. Fazer com que esse batalhão que ocupa a linha de frente do negócio fale e represente bem a empresa diante do cliente (ou consumidor) em qualquer área de relacionamento – por telefone, através da web, no atendimento pessoal – precisa ser a meta de qualquer empresa, criando cultura organizacional e disseminá-la em toda a hierarquia. E aí entra em cena a área de recursos humanos, que tem ganhado muitos nomes e derivações no mercado com objetivo de também representar a percepção da empresa em relação ao cliente. Talentos humanos
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O principal objetivo do evento é disseminar conhecimento através de expertise e cases reconhecidamente de sucesso com a função de gerar competência e permitir que os executivos das organizações levem know-how que permitam gerar cultura e implementar práticas que permeiem os funcionários em todos os níveis da organização a executarem um novo modelo de relacionamento com seus clientes, no dia a dia. E, de forma prática, contribuam através de novas ações com o objetivo estratégico de suas organizações adotando uma postura muito mais empreendedora e comprometido com metas, objetivos e os resultados finais. |
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Principalmente a executivos que pensam a atividade e que, sobretudo, estão nos seguintes níveis em empresas privadas e órgãos públicos:
- Empresas de valor agregado – presidentes, diretores e gerentes de áreas estratégica, marketing, inteligência de negócio, vendas, pós-venda e gestão de clientes.
- Instituições de valor agregado – profissionais de instituições e órgãos públicos e privados nas esferas federal, estadual e municipal com direcionamento claro de gestão com foco no cidadão.
- Parceiros de valor agregado – presidentes, diretores e gerentes de áreas estratégica, marketing, inteligência de negócio, vendas, pós-venda e gestão de clientes.
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